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"Se o grau de civilização dum país se conhece pelo
modo como trata os seus animais, eu quero fazer parte dessa metade que quer
evoluir, contra a outra metade que não deixa."

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quarta-feira, 13 de abril de 2011














A i-PET AnimalCare está de volta!!!
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sexta-feira, 26 de março de 2010

terça-feira, 23 de março de 2010

Esterilização de Cães e Gatos



A esterilização é a forma mais eficaz e humana de contribuir para minorar o sofrimento dos animais de companhia.

A maior parte do sofrimento dos animais de companhia é, de longe, resultado da sua superpopulação, situação que leva a que todos os dias cães e gatos sejam vítimas de abandono, maus-tratos, morte por atropelamento e abate nos canis e gatis municipais portugueses.

Combater esta triste realidade está nas mãos de todos nós, evitando que os nossos animais de companhia se reproduzam e educando os nossos vizinhos e conhecidos para a importância da esterilização.

A esterilização não só combate o trágico sofrimento associado à superpopulação de cães e gatos, como também aumenta a esperança de vida dos animais e elimina ou reduz os comportamentos incomodativos associados ao cio nas fêmeas e à marcação de território nos machos.

Para saber mais visite;
www.esteriliza-me.org

domingo, 21 de março de 2010

Alimentação do cão adulto



A boa saúde do cão está directamente relacionada com uma boa alimentação. Isto é realmente um lugar comum, mas nem sempre este aspecto é tomado em consideração, seja por ignorância ou por desleixo do dono.

Alimentar bem o cão é fornecer-lhe os nutrientes necessários e de forma equilibrada, os quais se encontram numa boa ração sem ser necessário recorrer a outras fontes ou complementos.

No ser humano a alimentação será tanto mais rica e completa quanto mais variada ela for. No regime alimentar do cão a situação é completamente diferente, porque o seu organismo não aceita facilmente essas variações.

Aliás, adoptado um tipo de ração, esta deve manter-se sempre. Se por qualquer motivo houver necessidade de mudar de ração, não se deve passar de uma para a outra bruscamente, mas ir misturando gradualmente uma na outra. Com este cuidado evita-se que o cão venha a sofrer de distúrbios digestivos.

A ração é um alimento completo, constituindo assim a solução ideal por possuir todos os ingredientes necessários sem ser preciso adicionar-lhe outros produtos. Só em casos especiais, e apenas por prescrição do médico veterinário, a ração deverá conter aditivos (cálcio, vitaminas, etc.).

Rações

Onde se encontra uma boa ração?


Dada a enorme variedade de marcas e de produtos dentro da mesma marca, não é fácil proceder à escolha. De facto, se na produção de alimentos para os próprios seres humanos se fabricam artigos de qualidade muito duvidosa, é de pôr em dúvida o fabrico de alimentos para os animais, pois estes não têm o poder de crítica e de escolha como por princípio têm as pessoas.

Fabricar uma ração que seja do agrado do cão não deve ser difícil. Mais problemático será produzir um alimento que lhe agrade e que simultâneamente possua todos os ingredientes necessários para uma alimentação completa e ainda que não lhe cause quaisquer distúrbios digestivos e outros. Ora isto paga-se caro.

Rações de qualidade, normalmente, encontram-se à venda nas próprias clínicas veterinárias ou em boas lojas especializadas (Não se entende por lojas especializadas os sectores de venda das grandes superfícies ou mesmo algumas lojas de animais).

Embora o veterinário seja o representante ou vendedor de algumas marcas de ração, temos que lhe dar o benefício da dúvida. Ele melhor do que ninguém indicará a ração adequada para o cão.

As rações que aqui estão a ser referidas são as secas, apresentadas sob a forma de granulado. Há rações húmidas, enlatadas, que são mais apetitosas para o cão, mas cuja conservação não é tão fácil.

Hábitos e vícios

Se o cão não for habituado de pequeno à ração, logo quando deixa de alimentar-se do leito materno e inicia a sua alimentação com produtos sólidos, dificilmente mais tarde aceitará comer apenas ração. O cão prefere SEMPRE a nossa comida ou outra parecida.

As vantagens da alimentação feita exclusivamente com uma boa ração já foram atrás referidas. Não foi salientado um aspecto que é o da comodidade. Dar apenas ração ao cão é prático e é seguro.

Acontece, porém, que a maioria das pessoas não consegue administrar este regime alimentar com esta rigidez e cede facilmente aos caprichos do cão. Depois é tarde.

Assim, não vale a pena fazer de conta que esta situação é rara ou não existe mesmo e valerá a pena dar algumas indicações sobre tipos de alimentos que eles não devem ou podem comer sem problemas.

Sim, de facto pode tornar-se a alimentação deles mais agradável e apetitosa, sem contudo isso constituir um factor importante ou necessário para a sua nutrição.

O que eles não devem comer

Não devem comer a nossa comida, quer sejam restos ou mesmo os alimentos cozinhados para as pessoas. Por vários motivos:

A nossa comida normalmente tem uma quantidade de sal excessivo que é prejudicial à saúde das próprias pessoas e igualmente aos animais.

Os temperos usados na culinária (especiarias) são úteis apenas para os humanos, porque tormam a alimentação mais agradável e, usados moderadamente, estimulam o apetite e a digestão. Mas são prejudiciais para o cão.

Dar da nossa comida ao cão é obrigá-lo a um regime alimentar variado, que não é aconselhável como já foi referido.

Alimentos absolutamente contra-indicados: chocolate, todos os produtos que contenham açúcar (bolachas, etc.), enchidos, salgados, conservas, batata, pão, leguminosas (feijão, grão, ervilhas, etc.)
Também não devem comer a ração própria para cachorros e para gatos, por possuirem doses elevadas de proteinas e outros ingredientes desaconselhados.

Alimentos contra-indicados mas dados muito moderadamente e apenas como guloseima: queijo, fiambre. (Tanto um como o outro são muito gordos e muito salgados, principalmente o queijo).

O que eles podem comer: carne cozida, peixe cozido, ossos cozidos, arroz, massa, cenoura, fruta. O requeijão ou queijo fresco podem ser dados moderadamente.

Receita

Deste último grupo convém optar apenas por um tipo de carne, por exemplo carne de bovino. Coze-se sem sal e adiciona-se-lhe massa ou arroz com uma cenoura ralada. No recipiente (onde o cão come) deita-se em quantidades iguais uma parte de ração e outra de massa com carne cortada aos bocadinhos, misturando-se bem. Normalmente o cão escolhe primeiro a massa e a carne e só depois vai à ração. Por isso a quantidade deve ser bem calculada. Se for em demasia ele já não come a ração e isto não deve acontecer, porque perde exactamente a parte do alimento que é completo.

Este esquema alimentar não é rígido e cada pessoa adoptará o que melhor se coadunar com os seus hábitos.

Em vez da massa (ou arroz) e carne, pode misturar-se ração húmida (enlatada).

Regime alimentar

O cão adulto, por norma, faz duas refeições por dia, sendo a da noite a mais substancial. Ou apenas uma ao fim do dia. O regime a estabelecer depende dos hábitos das pessoas e dos hábitos criados no próprio cão.

Um princípio a ter em conta é o de não forçar ou aliciar o cão a comer. Tal como as pessoas eles também têm dias em que não têm apetite e isso não significa que tenham adoecido.

Se passarem um ou mesmo dois dias sem comer, não lhes faz mal nenhum e esse jejum até pode ser benéfico. Se a falta de apetite persistir, claro que é conveniente consultar o veterinário.

Outro cuidado a ter tem a ver com o excesso alimentar, especialmente se o cão tiver uma vida muito sedentária. Muita comida e pouco exercício é meio caminho andado para se tornar obeso, com as consequências prejudiciais daí resultantes.

Óleo na ração

Uma forma de o cão tolerar melhor a ração seca é temperá-la com um pouco de óleo ou de azeite. Os óleos mais aconselhados são o de milho, o de soja e o de peixe devido à presença do componente ómega3. Os óleos de milho ou de soja encontram-se facilmente à venda nas grandes superfícies no sector dos óleos e dos azeites. Em relação ao azeite não está comprovado se confere melhores ou mesmo iguais resultados aos óleos.

As vantagens do uso do óleo na ração seca são fundamentalmente duas: o cão come a ração com mais agrado e beneficia-lhe o pêlo.

A quantidade não deve ser excessiva. Deita-se um fio de óleo na ração tal como se temperam as batatas cozidas com azeite.

Guloseimas

Alimentação é uma coisa, guloseima é outra, embora ambas sejam de comer.

A guloseima é um produto natural ou fabricado que é do agrado do cão e que serve para o presentear. Seja num regime de aprendizagem como recompensa, ou muito simplesmente por gentileza do dono que quer ver o seu cão satisfeito.

Mas o excesso de guloseimas não é de todo aconselhável. Por vários motivos. O cão habitua-se à guloseima como alimento e depois vai fazer caretas à comida que se lhe põe à frente. Por outro lado, em situações de aprendizagem, a guloseima deixa de surtir efeito. Por outro lado, nas guloseimas fabricadas industrialmente estão concentrados determinados ingredientes em doses excessivas que, administrados em doses macissas ao cão, lhe vai causar problemas.

O dono deve estabelecer o equilíbrio e não ceder aos caprichos do cão, deixando-lhe criar vícios.

A guloseima “natural” é a mais garantida. O queijo ou o fiambre é uma solução, mas dados sempre moderadamente.

Ossos

Os ossos artificiais (enrolados de pele de vaca) não são propriamente uma guloseima. Quem lhes pega são os cachorros pela necessidade que têm de roer.

Os ossos naturais estão na fronteira entre a guloseima e a alimentação normal. Os ossos têm a vantagem de os entreter aliviamdo-lhes o stress, de lhes limpar os dentes, de lhes fornecer cálcio de forma natural e, finalmente, de lhes dar um enorme prazer.

Não é aconselhável dar ossos longos de aves, por exemplo de perú, porque ao partir estilhaçam em forma de farpas que podem perfurar o tubo digestivo.

Dar-lhes ossos naturais para roer uma vez por semana faz-lhes bem e é uma festa para eles.

Observações finais

Estas indicações não têm carácter exaustivo e servem de mera orientação.

domingo, 14 de março de 2010

Acompanhar a gestação


A gestação nas cadelas, dura em torno de 55 a 65 dias, ou seja, de sete a nove semanas. O que vai depende de fatores, como o número e tamanho dos filhotes. A ultra-sonografia confirma a gestação, mostra o número de fetos e sua posição no útero, e ainda é importante ferramenta para acompanhar o desenvolvimento dos filhotes.

30 dias - Pode ser feito diagnóstico através de palpação
35 dias - Observa-se o desenvolvimento das glândulas mamarias, que ficam rosadas e túrgidas. Aumento acentuado de peso
40 dias - Abdome está maior
45 dias - Radiografia evidencia ossos da cabeça, vértebras, costelas e ossos longos dos membros
49 dias - A cabeça dos fetos é palpável e há grande aumento nas glândulas mamarias.

A partir da 8ª semana de gestação (56 dias), o movimento dos filhotes já pode ser visto quando a cadela está deitada. Os filhotes já podem nascer de forma segura.

Nas três últimas semanas - média de 40 dias de gestação
A alimentação deve ser reforçada. O uso de ração balanceada, de boa qualidade e de formulação para filhotes e fêmeas em gestação, é a melhor forma de garantir os nutrientes necessários, sem os suplementos extras. Durante a gestação, devido a ação do hormônio progesterona, o tempo de esvaziamento gástrico da cadela aumenta. Mas, ao mesmo tempo, a mobilidade gástrica diminui conforme o estômago é deslocado pelo útero em crescimento. Portanto o ideal é que se forneça a alimentação em pequenas porções, várias vezes ao dia, facilitando a digestão.

Duas semanas antes do parto - média de 46 dias de gestação
Prepare o local que a cadela irá ter seus filhotes. Estimule-a a deitar e dormir nele. Isso a deixará mais segura na hora do parto.

Uma semana antes do parto - média de 53 dias de gestação
É comum, nas fêmeas em primeira gestação, ocorrer secreção aquosa nas glândulas mamarias. É normal que no final da gestação a cadela perca o apetite, principalmente quando está próximo da hora do parto.


Esteja com tudo preparado:

• A caixa ou local para a cadela ter seus filhotes
• Jornais para manter o local limpo durante o trabalho de parto
• Lixeira para os jornais sujos e materiais que serão usados durante o parto
• Separe uma caixa menor, forrada com toalha macia, para colocar os filhotes enquanto a mãe está em trabalho de parto dos demais.
• Relógio para controlar o tempo de parto
• Caso esteja frio, coloque um abajur ou instalação elétrica, com uma lâmpada de 100w próxima a caixa dos filhotes
• Caso esteja calor, coloque um ventilador para a mãe
• Fio dental e tesoura, afiada e esterilizada, para amarrar e cortar os cordões umbilicais.
• Anti-séptico para desinfetar o cordão umbilical cortado
• Toalhas e panos macios para serem trocados duas vezes ou mais ao dia, na caixa ou abrigo da mãe e filhotes.

A hora está chegando
Os primeiros sinais aparecem nas 48 horas antes do parto, quando começa a produção de colostro pelas glândulas mamarias e a fêmea faz um "ninho". A descarga vaginal acontece 12 horas antes. E então a temperatura aumenta um grau, sendo que a temperatura normal do cão é em torno de 38,9 a 39,9 graus. É bom entrar em contato com o seu veterinário e deixá-lo de sobreaviso, caso você precise de ajuda.

Quando chega a hora do parto as fêmeas demonstram desconforto. Elas não encontram posição para se deitar e dormir. Respiram de forma acelerada como se estivessem com dor. Lambem e olham para a vulva. Recusam a comida e procuram o seu "ninho". As contrações podem ser observadas nos músculos das costas, num movimento descendente.

Se ela quiser sair e caminhar vá junto. Caminhar ajuda no trabalho de parto, mas é preciso sempre estar atento para que nenhum filhote nasça no chão e ninguém veja. Principalmente se estiver escuro.

Após o começo das contrações pode levar até 4h para a saída do primeiro filhote. Se até esse tempo nenhum filhote nascer, procure logo seu veterinário. É importante observar o comportamento da fêmea - presença de contrações, estado geral da mãe e dos filhotes ao nascerem. Qualquer sinal de apatia, falta de contrações uterinas ou contrações sem a saída do feto indica problemas e o veterinário deve ser procurado imediatamente.

Entre as causas de atonia de útero estão: insuficiência de cálcio, déficit energético, fetos muito grandes e obesidade, partos muito prolongados. O intervalo entre os nascimentos pode ser de 15 minutos à uma hora, mais do que isso chame o seu veterinário.

O trabalho de parto
Para a saída do filhote, a bolsa de água aparece e normalmente se rompe, então o filhote sai de dentro dela. A placenta pode ou não se soltar nessa hora. Nunca puxe o filhote, porque você poderá causar nele uma hérnia umbilical. Espere ela se soltar. Se a mãe não cortar o cordão você terá que fazê-lo, usando fio dental e tesoura esterilizada. Depois passe um anti-séptico, como iodo. Importante também é contar o número de placentas. Elas devem corresponder ao número de filhotes, caso não ocorrer é porque houve retenção. E precisa ser tratado, pois a mãe corre o risco de ter uma séria infecção uterina.

Recepção dos filhotes
Você pode ajudá-la a limpar os filhotes com uma toalhinha macia, enxugando-os até que chorem. Esfregá-los, ao mesmo tempo em que limpa ajuda a estimular a respiração. Se isso não fizer o filhote respirar e chorar, segure-o firme de cabeça para baixo, protegendo sua cabeça e pescoço, e balance-o. A força centrífuga irá ajudar a retirar o muco da garganta e narinas dele, para que ele possa respirar.

No intervalo entre os nascimentos, deixe os filhotes mamarem o colostro, pois é muito importante para a saúde e imunidade contra infecções, e ainda ajuda nas contrações e no trabalho de parto da mãe. Quando as contrações recomeçarem, coloque-os separados da mãe.

Depois do parto
• A cadela se acalma, sua respiração volta ao normal e param as contrações
• Limpe tudo, passe um pano úmido na cadela para limpá-la e fazê-la se sentir melhor
• Alimentação ideal pós-parto deve ser leve e líquida - ofereça água e algo como caldo de galinha com arroz
• A cadela deve ficar com os seus filhotes em local calmo e tranqüilo
• Temperatura ambiente constante por volta de 32 graus e sem correntes de vento
• Nos dias seguintes, o alimento deve continuar a ser balanceado e fortalecido - há rações próprias para aleitamento, nos mercados e Pet Shops.
• Deve-se oferecer também bastante água fresca para ajudar na produção de leite
• A mãe deve ficar sempre junta dos filhotes para lhes fornecer calor
• É bom observar se ela toma o cuidado de não sentar ou deitar sobre eles

As mães de primeira viagem podem ficar confusas durante e após o parto. Você precisará ter firmeza, paciência e muito carinho com ela, ajudando no parto, no cuidado com os filhotes e na amamentação.


Primeiras horas e dias

24 horas: É muito importante que todos os filhotes recebam o colostro e sejam examinados pelo veterinário.
Após 24 a 48 horas: A secreção vaginal pós-parto começa a diminuir e a clarear.
8 a 10 dias: olhos abrem
3 a 17 dias: início da audição


Curiosidades

• O filhote é expulso, ainda envolvido na bolsa amniótica
• A mãe abre a bolsa com os dentes e puxa-a para baixo
• A cadela corta o cordão umbilical e lambe o filhote
• Ao lambe-lo, estimula a circulação
• Os filhotes encontram os mamilos da mãe por instinto

quinta-feira, 11 de março de 2010

O que deve saber sobre o Cancro!?!



O que é o Cancro?

O Cancro é o crescimento descontrolado de células dentro e fora do corpo. O cancro pode ser benigno ou maligno. Este pode ser detectado ou pode invadir tecidos adjacentes e espalhar-se por todo o corpo.

O Cancro é muito comum?

O Cancro é comum em animais e o risco aumenta com a idade. É a maior causa de morte nos animais com mais de 10 anos de idade. Os cães tem o mesmo grau de incidência de cancro que os humanos, enquanto que os gatos têm menos.

Como é diagnosticado?

Os sintomas de cancro são bastantes evidentes através de raios-x, análises sanguíneas, ultrasonografia, no exame geral e historial do animal. No entanto, na maioria dos cancros é necessário uma biopsia (remover um pedaço de tecido para analise) para confirmar a existência do cancro e se este é benigno ou maligno.

Pode-se prevenir o Cancro?

Infelizmente, a causa de muitos cancros é desconhecida e, desta forma, é difícil preveni-lo. Rápida detecção e tratamento são as melhores maneiras de combater o Cancro.


Tipos de Cancro mais comuns nos animais:


* Pele: Os tumores de pele são bastante comuns em cães mais velhos e menos frequentes em gatos. A maior parte dos tumores de pele nos gatos são malignos e nos cães, a maioria, são benignos. O Médico Veterinário tem de examinar todos os tumores de pele de cão e gato, de forma a determinar ser algum é maligno.

* Mamários: 50% dos tumores de peito nos cães e 85% dos tumores de peito nos gatos são malignos. Ao esterilizar as gatas ou cadelas entre os 6 e os 12 anos reduz o risco de cancro. A cirurgia é o tratamento eleito/recomendado neste tipo de Cancro.

* Cabeça e pescoço: O Cancro na boca é mais comum em cães. Alguns sinais a ter em conta são, o inchaço nas gengivas, sangramento, um odor ou dificuldades em comer. Uma vez que a maior parte dos inchaços são malignos, é necessário um tratamento “agressivo” logo de imediato. O Cancro pode-se desenvolver no interior do nariz tanto em cães como em gatos. Sangrar do nariz, dificuldades respiratórias e/ou inchaço facial são alguns dos sintomas que podem indicar cancro e que devem ser vistos pelo Médico Veterinário.

* Limfoma: O limfoma é uma forma de cancro bastante comum em cães e gatos. É caracterizado pelo inchar de um dos muitos limfomas do corpo. O vírus da leucemia felina pode ser uma das causas do limfoma nos gatos. A quimioterapia é bastante eficaz no combate deste cancro.

* Leucemia Felina: A leucemia felina é um vírus contagioso entre os gatos e, ocasionalmente pode causar diferentes tipo de Cancro. Não é contagioso para os humanos. Enquanto um elevado numero de pesquisas, continua a não existir um tratamento consistente disponível.

* Testículos: Os tumores de testículos são mais comuns em cães, especialmente naqueles que têm os testículos retidos. A maior parte deste Cancro pode ser prevenidos com a castração e curáveis com cirurgia, quando detectados logo de inicio.

* Tumores abdominais: Os tumores no interior dos abdominais são comuns, mas de difícil diagnostico no inicio. Perda de peso ou aumento abdominal são sinais característicos desse tumor.

* Ossos: Os tumores nos ossos são bastante frequentes em cães de grande porte. Os ossos das patas, articulações mais próximas são os sítios mis comuns. Dores persistentes, claudicação e inchaço na zona afectada são os sintomas mais comuns.

Muitos dos sintomas acima mencionados são visto como não cancerosos, mas merecem sempre toda a atenção do veterinário para determinar a causa.

O cancro tem, frequentemente tratamento e, ao ser diagnosticado no inicio pode ajudar o Médico Veterinário a proporcionar o melhor tratamento possível.


Como podemos tratar o Cancro?

Cada tipo de cancro tem o seu tratamento individual e, poderá incluir uma combinação de diversos tratamentos tais como, cirurgia, quimioterapia, criocirurgia, hipotermia ou imunoterapia. Assim que obtiver o diagnostico, o Médico Veterinário irá analisar qual o tratamento mais adequado para o seu animal.
Em uma determinada altura, o Médico Veterinário pode remete-lo para um oncologista, dependendo do decorrer do tratamento proposto.

Qual a escala de sucesso?

Depende fortemente do tipo e da extensão do Cancro e, também da agressividade da terapia. Alguns Cancros podem ser curados e quase todos os pacientes podem ser ajudados até certo ponto.


10 Sinais de Cancro em pequenos Animais:

1 - Inchaços persistentes com um aumento continuo;
2 - Feridas que não saram;
3 - Perda de peso;
4 - Sangramento ou perda de líquidos;
5 - Perda de apetite;
6 - Maus odores;
7 - Dificuldade em comer ou engolir;
8 - Hesitação em praticar exercício;
9 - Coxear persistente;
10 - Dificuldade em respirar, urinar ou defecar.



Consulte o seu Médico Veterinário!!!

Doenças transmitidas por Pulgas - Como Prevenir?!?!



As pulgas além de serem uns parasitas bastante incomodativos, não só para os animais como também para os seus donos, são bastante difíceis de exterminar e podem causar diversos problemas e até mesmo transmitir doenças.

Apenas um tratamento “agressivo” e eficiente poderá ajudar a prevenir todos estes problemas.

Importante: A qualidade de vida do seu animal de estimação está nas suas mãos.

Que doenças são transmitidas pelas pulgas?

* Dermatites Alérgicas:

As picadas da Pulga podem provocar irritação, dores e bastante comichão

O animal quando é alérgico aos componentes da saliva da Pulga , pode provocar Dermatites Alérgicas com os seguintes sintomas:

* Escurecimento, inchaço e perda de elasticidade da pele;
* Perda de pelo na parte posterior do corpo;
* Comichão generalizada.


* Vermes achatados:

As pulgas podem transmitir os Vermes Achatados ( Dipylidium Caninum).

Quando um animal se coça com a boca pode ingerir uma pulga com ovos dos Vermes Achatados. Ao ser libertado no intestino transforma-se em verme,

Se o animal contrair os Vermes Achatados, para além do tratamento para as pulgas também irá necessitar de um tratamento para o verme.

Os Vermes Achatados podem causar os seguintes problemas:

* Perdas Nutricionais;
* Diarreira;
* Um mau estado geral;
* Anemia


Como são as pulgas?

As pulgas são bastante pequenas, o que faz com quem sejam difíceis de ver. Para além disso, tem uma capacidade reprodutiva extraordinária.
Quando se inicia um tratamento contra as pulgas, é bastante importante tratar não só o animal mas também toda a sua casa.

Como prevenir?

É muito importante prevenir-nos destes parasitas, não só pela protecção do próprio animal mas também para evitar possíveis infestações no nosso lar.

Isto significa que é necessário utilizar produtos específicos . Para obter mais informações dos mais recentes produtos do mercados procure aconselhamento profissional